Feeds:
Posts
Comentários

Posts de fevereiro \28\UTC 2009

bolsas e sacolas ecológicas

Assisti a uma reportagem sobre o lixo, chinês, japonês e americano jogado no mar. Por incrível que pareça existe nos oceanos zonas de convergência onde esses resíduos ficam flutuando por anos até chegarem e poluírem locais antes intocados. Esse é o caso do Hawai. O que me marcou foi ver um bolo gigantesco de lixo formado unicamente por sacolinhas plásticas flutuando por esse mundo de Deus. Assim, hoje vou postar algumas opções ecológicas que poderão no futuro mudar esse cenário.

A Tok Stok está vendendo um monte de bolsas e sacolas ecológicas que podem ser levadas facilmente em qualquer canto sem causar constrangimentos. São bonitas e duráveis, ou seja funcionam. O preço varia de R$ 10,00 a R$ 100,00.

O Pão de Açúcar também está vendendo as suas, selecionei alguns modelos para vocês darem uma olhada (imagem acima). Lá elas são um pouco mais em conta, podem ser compradas por R$ 3,00 até R$ 16,00. Dêem uma olhada nas sacolas.

Nas feiras livres existem também barraquinhas que vendem sacolas resistentes. Comprei a minha por R$0,90. Existem um milhão de possibilidades.

Quando forem aos supermercados, se tiverem esquecido suas companheiras ecológicas, optem por carregar consigo a caixa de papelão disponibilizada por muitos deles ou deixem uma sacola/caixa no carro para emergências.

Assim tenho certeza que aos poucos vamos mudar o mundo, para melhor claro!

Read Full Post »

Dentro da minha bolsa…

dentro da minha bag tem...

Dando uma olhadinha em um blog o qual amo (favoritos) resolvi aderir à brincadeira dentro da minha bolsa tem… Há algum tempo atrás vi algo parecido aqui na net onde as pessoas escaneavam o que encontravam em suas bags. Bom minha bolsa amarela comprada na Riachuelo por R$ 38,00 guarda minhas chaves com chaveiro de coelhinha (comprado em lojas de R$ 1,99), minhas canetas (promocionais), minha necesserie de coração só para remédios, minha agenda/caderno de anotações, meu celular, uma fita métrica com desenho de castor, minha carteira vazia e um guia de vinhos e safras para eventualidades. 

Vou lançar o desafio para minha cousin…

E vocês o quem têm em suas bolsas?

Read Full Post »

vinhos para sonhar

Acredito que todos nós já provamos algum dia um bom e um mau vinho. Esqueçamos o mau e a dor de cabeça que nos causou e fiquemos com o bom, seu sabor e seu bouquet (sensação olfativa proporcionada pelo vinho).

Dessa forma a partir de hoje colocarei aqui vinhos que indico, por sua qualidade, sabor, aroma e preço.

Assim, para começar, quem tiver curiosidade pode acessar um dicionário de verbetes em: Glossário do Vinho

Marquês de Riscal - reserva 2003 O indicado de hoje é espanhol Marquês de Riscal Reserva 2003, um tinto ideal para comer com carnes brancas, vermelhas e queijos, ou seja ele vai bem com tudo.

 Seu bouquet é levemente adocicado, em safras passadas lembrava  banana madura, com notas de madeira. O sabor é marcante, com taninos que se prolongam.

O preço é de R$ 80,00 em Casa Flora

Um vinho sedutor e irresistível, que pode ser apreciado por meninos (que gostam de vinhos mais duros) e meninas (acostumadas aos mais adocicados).

Provem e relatem suas experiências.

Bom vinho para todos nós!

Tim Tim

Read Full Post »

Dama Virtual

Dama Virtual

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Arrisquei um jogo de dama virtual e do link do meu computador fui conectada a um adversário.
Comecei como sempre, pela esquerda formando um corredor de fuzilamento. Deu certo, o hipotético adversário desistiu depois de ter algumas pedras devoradas.
Iniciei um novo jogo, a mesma tática, mas o meu novo oponente jogou como alguém bem experiente e me surpreendeu inúmeras e inúmeras vezes ao ceder suas peças em troca das minhas, mas cedia a altos juros: ofertava uma pedra em troca de duas.
Isso me fez refletir sobre a vida – muitas vezes precisamos ceder para ganhar. Guardei essa impressão para mim. Mas mesmo que a quisesse dividir não conseguiria. Não tive se quer a chance de saber se homem ou mulher, se velho ou jovem, se jogador profissional ou um notívago como eu, pois a tecnologia apenas ofertava um diálogo com frases prontas, sem graça e sem vida.
E no fim, quando ele inteligentemente levou minha última peça, restou-me apenas uma frase: boa jogada!
Ferramenta infeliz esta para expressar meu apreço por sua tática e astúcia. Deve aplicar na bolsa ou ser um menino de oito anos viciado em jogos virtuais. Sei lá, nunca saberei.

Read Full Post »

A Cidade Invisível

Certa vez um menininho chamado Milo chegou a uma cidade onde todos andavam apressados olhando para o chão como se soubessem exatamente para onde ir. Mas ele não via construções nem ruas nessa cidade. Tudo havia desaparecido.
Em determinado momento alguém resolveu explicar a Milo o que havia acontecido ali:
- Há muitos anos, nesse mesmo lugar, havia uma linda cidade, cheia de casas bonitas e lugares muito atraentes. As ruas eram cheias de coisas maravilhosas e as pessoas sempre paravam para observá-las.
- Essas pessoas não tinham nenhum lugar para ir? – perguntou Milo.
- Claro que sim mas, como você sabe, a razão mais importante de se ir de um lugar ao outro é ver aquilo que há entre os dois lugares…Dai, certo dia, alguém descobriu que sem olhar para nada e pegando alguns atalhos, chegaria mais depressa. Assim as pessoas tornaram-se obcecadas em chegar àlgum lugar, andando depressa, correndo e olhando apenas para o chão. E, porque ninguém mais ligava para as coisas à sua volta, tudo foi ficando cada vez mais feio e sujo e, como tudo foi ficando assim, as pessoas passaram a andar mais e mais depressa e então uma coisa muito estranha começou a acontecer. A cidade começou a desaparecer. Dia após dia as construções iam sumindo e as ruas desaparecendo. Mas as pessoas continuaram vivendo ali como sempre, nas casas, prédios e ruas que já não estavam mais lá, porque ninguém notava mais nada.

(The Phantom Tollboth de Norton Juster)

Read Full Post »

Verde?

Verde?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrei na loja à procura de uma peça, um módulo para colocar na parede da sala. Ele tinha que casar com prateleiras de vidro e com um bendito tapete amarelo. Percebi que quando se tem algum requisito quanto a escolha de uma peça, aqui no Brasil, fica quase impossível encontrá-la e quando realizamos a proeza, o preço vai para os ares. Andei a loja inteira, revirei mil cantos, olhei inúmeras prateleiras e passando por um corredor me deparei com um bendito módulo. Mas a cor, que cor era aquela? Meu desejo dizia amarelo, mas meu cérebro estranhava repulsivo essa definição. Fizeram-na no limiar entre o amarelo e o verde, não era nem um nem outro. Que bendita cor era aquela? Perguntei a um atendente da loja, mas antes que respondesse palpitei: Para mim parece amarela e a você? Verde, respondeu. Como eu queria que dissesse amarelo.

Read Full Post »

Excepcionalmente esse ano assisti à premiação do Oscar do começo ao fim e me surpreendi com alguns detalhes. Sempre acreditei que a entrada no tapete tivesse uma ordem, mas percebi que um certo tumulto existe e que pisões e trombadas são bem possíveis. Outra questão que me chamou a atenção foi o estilo de entrevista feita pelos inúmeros repórteres credenciados. Em determinado momento eles chamavam uma celebridade e sem cerimônia alguma a deixavam perdida em frente às câmeras, correndo para entrevistar outra personalidade.

Acompanhei a premiação pela TNT e notei que enquanto os dois comentaristas falavam bem ou mal (mal na maior parte do tempo) de alguns vestidos, na E! os comentários eram quase opostos.

Assim, sem medo de errar ou acertar demais,  elegi os vestidos ( e / ou acessórios ) que para mim foram os mais bonitos da noite.

And the fashion oscar goes to…

Penelope Cruz usa modelo vintage (com mais de 65 anos) de Pierre Balmain ; o colar, pulseira e brincos de diamante Chopard somam quase 3 milhões de dólares.

Penelope Cruz usa modelo vintage (com mais de 65 anos) de Pierre Balmain ; o colar, pulseira e brincos de diamante Chopard somam quase 3 milhões de dólares.

A supermodelo Heidi Klum usou vestido assimétrico de Roland Mouret e jóias Lorraine Schwartz que somaram 900 mil dólares

A supermodelo Heidi Klum usou vestido assimétrico de Roland Mouret e jóias Lorraine Schwartz que somaram 900 mil dólares

Elegantíssima em um vestido Dior em estilo cinderela.

Sarah Jessica Parker elegantíssima em um vestido Dior em estilo cinderela.

Amy Adams fugiu da tendência de vestidos claros e optou por um modelo vermelho da grife Carolina Herrera contrastando com o colar de esmeraldas, rubis e safiras Fred Leighton.

Amy Adams fugiu da tendência de vestidos claros e optou por um modelo vermelho da grife Carolina Herrera contrastando com o colar de esmeraldas, rubis e safiras Fred Leighton.

Viola Davis em um vestido dourado com decote em V e broche de brilhantes

Viola Davis em um vestido dourado com decote em V e broche de brilhantes

brincos de esmeraldas colombianas

brincos de esmeraldas colombianas

Angelina Jolie veste criação de Elie Saab; o vestido negro combinou com os brincos e anel de esmeralda colombiana

Angelina Jolie veste criação de Elie Saab; o vestido negro combinou com os brincos e anel de esmeralda colombiana

Read Full Post »

Hoje resolvi postar essa receita simples e deliciosa por um motivo bem singelo: ao assistir ao filme V de Vingança fiquei louca para experimentar.  Assim, se vocês quiserem inovar o café da manhã, lá vai uma receita rápida, prática e gostosa:

Egg in a Basket – Ovo na Cesta

Pegue uma fatia de pão de forma e passe manteiga nos dois lados da mesma. Depois coloque-a em uma frigideira anti-aderente, em fogo médio, e faça com um copo de cachaça ou americano um buraco (a famosa basket) no centro da fatia. Toste o pão dos dois lados, coloque um pouquinho de manteiga dentro da “basket”. Depois quebre um ovo dentro desse orifício e coloque sal a gosto (e outros temperos de sua escolha). Quando o ovo estiver consistente vire a torrada e faça isso até que a receita esteja a seu gosto, ou seja o pão torradinho e o ovo frito, com gema mole ou dura.

Bom apetite!

Read Full Post »

bibliotecas1

Muitas vezes queremos ler uma série de livros e periódicos, mas eles tiveram uma tiragem pequena, saíram das bancas e revistarias ou não são mais publicados há anos, o que é pior. Livros excelentes muitas vezes têm apenas uma edição em português, o que é muito triste, mas para tudo há um jeito. Existem aqui na net inúmeros sites para quem quer se aventurar pelo mundo da literatura. Alguns com um grande número de obras listadas. Quem sabe possamos encontrar aquele livro que queríamos ler há séculos? 

Scielo Brazil: períodicos científicos brasileiros.

Acesso Livre:  artigos de mais de 9600 revistas nacionais e internacionais.

Canal Contemporâneo: textos sobre arte contemporânea.

Domínio Público: portal com mais de 100 mil obras literárias, artísticas e científicas.

Indekk: vários tipos de periódicos de todo o mundo.

Prossiga: bibliotecas virtuais temáticas.

Boa leitura para todos vocês!

Read Full Post »

O Caminhar

caminhar

“Médicos têm nos recomendado caminhar. Se é necessária uma prescrição médica para que nos lembremos de caminhar, então estamos vivendo em um estranho mundo novo, onde alguma coisa básica foi esquecida. Hoje quase eliminamos a necessidade de andar. A locomoção tornou-se mecanizada. Nesse ponto podemos falar dos automóveis. Eles fazem mais que nos locomover. O uso demasiado deles fez com que perdessemos nossas expressões faciais, pois não precisam mais preparar o rosto para encontrar outros rostos já que a cara de um motorista dentro de um carro é sempre vazia, congelada atrás de um pára-brisa. As faces dos quarteirões da cidade são bem mais vívidas. O fato de não encontrarmos rostos por não andarmos entre a multidão abstém-nos de nosso próprio rosto e da própria cidade (sem faces).

Andar, meditar e passear nos acalma. Se não podemos caminhar para onde irá nossa mente? Uma cidade que não permite o caminhar nega também uma moradia para ela. Andar também nos põem em contato com a nossa natureza animal. Sou como me movimento. Há um aspecto animal em nosso movimento pelo qual somos reconhecidos. Quando essa natureza animal é rejeitada, ela procura compensação em aparatos externos: carros, jóias, times e marcas. Esses emblemas estáticos são desenhados para os que vivem sentados em carros, atrás de uma mesa de escritória ou em um programa de televisão.

Na Europa do século XVIII, na arte da jardinagem, era essencial que os olhos e pés ficassem satisfeitos: os olhos para ver e os pés para atravessar. Era essencial que o olho e o pé não percorressem o mesmo caminho. As paisagens das nossas cidades parecem construídas apenas para os olhos (shoppings centers, avenidas e condomínios). O pé é forçado a caminhar sobre aquilo que o olho já percorreu, o que torna o caminhar um sofrimento ou seja o pé fica escravo do olho.

Para Shenstone caminhar é uma maneira de descobrir novas paisagens. Em nossos cenários caminhar é apenas uma maneira lenta e e ineficiente de nos aproximarmos daquilo que os olhos já viram. Caminhar hojé é caminhar com os olhos, não queremos surpresas. As cidades antigas quase sempre surgiam em torno dos rastros dos pés. Hojé a cidade é diferente. O automóvel é um desenvolvimento da consciência do olho. Assim caminhar em uma auto-estrada (caso seu carro quebre) é uma experiência assustadora. Lá fora encontramos mato, buracos, lixo e calçadas com problemas, tudo isso graças ao fato de os pés serem ignorados. 

As ruas se tornaram um lugar de ninguém, um lugar de medo e crime. Mas o crime das ruas começa na prancha de um urbanista, onde a cidade é vista como um amontoado de arranha-céus e shopping centers com ruas que servem apenas de acesso entre um e outro. Os urbanistas esqueceram que as cidades nascem de baixo.

E assim a cidade vai desaparecendo, não fisicamente, pois um novo prédio surge a cada esquina, mas em nossa consciência que deixa de notar essas construções que flutuam como ilhas independentes em um imenso vazio.

Não podemos esquecer que não habitamos apenas quartos atrás de portas, cadeiras em volta de mesas, ou empregos atrás de balcões. Habitamos a terra na liberdade das pernas que dão liberdade à mente”.

(James Hillman – Cidade & Alma – Ed. Nobel)

Read Full Post »

bretanhe

Pensei ao ver uma apresentação sobre o edifício Bretagne em Hienópolis que quando tomamos contato com qualquer construção, adentramos ao mesmo tempo a mente de quem a projetou. Caminhar por corredores, subir e descer escadas, visualizar o formato de uma piscina ou de uma maçaneta de porta é ler inconscientemente a mente do arquiteto que idealizou a obra. Assim, quando entramos em lugares que nos oprimem, que nos impõem certos comportamentos, nos quais nos sentimos lesados e descontentes, essa sensação não é apenas um mal estar passageiro, é uma dica sincera de que não estamos em um bom lugar ou melhor em um lugar pensado para o conforto e bem estar. Que ao projetá-lo o arquiteto ignorou a vontade dos que iriam usufruir dele. Quando penso em meu apartamento, tenha a nítida impressão que o seu formato foi riscado de forma sistemática por algum programa de computador ou por alguém que desesperadamento tinha que fazer caber a propaganda no partido bastante diminuto. Sinto a sensação de que ao terminar a planta do edifício, o arquiteto emitiu um Ufa ao fazer caber um elefante em um fusca. Assim, ao falar do Bretagne, ao tomar conhecimento de seu arquiteto, um homem autodidata, pois o pai o tirou da escola por não admitir que o filho tivesse que lá jurar a bandeira, percebi que apesar dele também ter de cumprir requisitos comerciais, as propagandas sobre o Bretagne passaram longe de serem enganosas e que João Artacho Jurado desenhou cada canto da construção com muito carinho, como se ele fosse ali morar. Acho que a resposta ao cuidado do arquiteto está bem clara hoje aos que observam como o edifício está bem conservado. Se a idéia inicial da propaganda era vender um projeto que exaltasse seus moradores e lhes desse uma importância de rei, com tapete vermelho e tudo, acho que o tiro certeiro também saiu pela culatra, pois os moradores trataram o Bretagne com o esmero digno de um palácio.

Read Full Post »

A Bebida True:Blood

Hoje o que irei dizer aqui vale para todos que assistem HBO e estão literalmente viciados na série vampiresca True Blood…E para quem ainda não foi mordido por essa mania, certamente uma reprise vem por ai depois de abril, então não percam! A série é inspirada em livros de uma autora americana e conta com a direção de Alan Ball. Assim,não fica difícil se apaixonar pela ingênua Sookie e torcer para que o romance entre ela e Bill, o vampiro charmoso da série, dê certo. Gente eles só têm mais de 100 anos de diferença.

Assim, depois do primeiro capítulo acabei achando um monte de coisas legais sobre a série na internet. Uma delas é o site no qual podemos baixar papéis de parede e assistir à comerciais da bebida de sangue sintético tão famosa na série: Tru:Blood. No site também podemos verificar qual tipo de sangue sintético mais tem a ver com nosso paladar (supondo termos dentões). Responda o questionário, descubra o seu tipo de bebida, entre nessa diversão.

O site é: www.trubeverage.com

Nele também aparecem alguns produtos à venda, mas será que esse comércio vampiresco chega nesses confins?!?

Tru:blood para todos, mas lembrem-se: bebam com moderação.

Read Full Post »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 51 outros seguidores

%d bloggers like this: